Queridos leitores... pelos céus! Vou começar a fazer mais textos ruins! É, o circo pegou fogo mesmo (sinal de metal ao lado da palavra) e os ânimos se exaltaram um pouco, mas está tuuuuuuudo bem, rumo à Santa Paz de Deus. A repercussão do texto não finalizado criou polêmica, coisa e tal, e o que quero dizer é:
# Felipe, aprecio muito os teus comentários. Quanto a mágoas causadas por crítica, relaxa! Eu estou tratando isso (haha), e quero mais é que fales, tu e os outros;
# Audrien, a inspiração macabeística é mesmo explícita. No entanto, as personagens vão se revelar bastante diferentes ao longo da trama, que ainda conta com mais três ou quatro capítulos; o fato de você ter mostrado sua indignação diante da "obra-prima" negligenciada mostra quão honesta você é, o que não me incomoda de maneira alguma, mas, pelo contrário, me faz sentir segura;
# Lê, eu tenho um carinho enorme por ti, e gostaria muito que tu continuasse comentando. Lembro da nossa fase cósmica e badulaqueira, das trocas. Por que tu não voltas a escrever? Sempre há tempo! Acho que o problema do comentário foi causado justamente pelo afeto que temos uma pela outra: você quis me proteger, o que achei lindo, mas, quando achar necessário, vê se baixa o cacete, pô!;
# João, meu tuduxo: tu fizeste o papel do deixa-disso. E por acaso te sobrou outro? Está se tornando um grito unânime: faz um blógue!;
# No mais: o texto ficou definitivamente inacabado. Aconteceu que eu fiquei tão cansada de fazer aquilo do Paint (também fiz outros modelos) e eu já estava ficando tão ansiosa para responder a vocês que acabei postando assim, na impulsividade e no cansaço, pensando que depois eu o consertaria - e ainda vou;
*A questão do comentário é inegavelmente complicada - ainda mais publicamente. O medo de agredir, de exagerar em um adjetivo ou de botar abaixo alguém de que gostamos existe, mas devemos ser sinceros se queremos ajudar alguém. Vocês são todos meus amigos e não precisam haver receios opinativos, a menos que envolvam a minha mãe;
* De resto, a odisséia da empresa dos Loverson e da ELZA é antes de tudo um exercício narrativo, com ênfase em linguagem e descrição. Estou me aprimorando, ok? É natural que a história pareça um pouco estéril às vezes... estou tentando me esconder e focar nos fatos: talvez seja esse o principal motivo para a estética parecer tão pop.
Beijos,
MUITO obrigada pelas constribuições...
A.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
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8 comentários:
(Meu ramo é biologia, ir no campo coletar bicho, depois levar pro laboratório. Minha intenção não foi criticar nada nem ninguém, foi apenas comentar um texto em um diário pessoal de uma velha nova amiga... Uma pena a confusão toda, e aliás, não retiro o que disse, porque leio teu blog sempre com a finalidade de adoçar um pouco a minha vida com a companhia das tuas palavras.)
Beijocas.
ó!
falou a voz de deus, nossa grande autora-faxineira! =D
então... pode contar com meus comentários. são um tanto pessoais - sentimentais - mas deve-se aproveitar algo deles.
We are the champions, my friends
tamtamtam (acordes de guitarra)
beijo pra todos.
P.s.: João... e o blog?
HAHAHAAHAHAHA
WE ARE A FAMILY
I've got all my sisters my brother and my boyfriend with me!
eu não sei se aquele 'Lê' foi pra mim, enfim, vou comentar por aqui.
aliás, vou PASSAR a comentar mais por aqui, e espero que minhas críticas sejam tão construtivas quanto as que você me dá.
beijo!
certo...o 'Lê' não foi pra mim.
mas não retiro o que eu disse no último comentário.
Hehehehe, quem manda não comentar?
Ganharia um parágrafo só pra você!
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